Hoje deu-me para escrever, deu-me para abrir os pulmões da mente, e gritar o que me flui na alma, que ultrapassa barreiras para atingir o infinito do pensamento.
Hoje deu-me para falar, dizer o que tenho escondido, fingido, deu-me para estender a sabedoria a todo o universo.
Hoje deu-me para ouvir, sentir no coração todo e qualquer pensamento, escutar a voz de dentro, aquilo que faz de nós o pouco que somos.
Hoje deu-me para sentir, tocar o interior e acarinhar, e não sentir nenhum pensamento, não sentir nada excepto o que sinto.
Hoje deu-me para amar, deu-me para esquecer que não amo, que gostava de o fazer hoje deu-me para escrever.
Ai? Ai!? Ai?! Ai o caralho. Aquele homem de seu nome Bernardim, está disposto a ir preso, mais, a morrer por senhora dona princesa. E quando este está a nadar com os peixinhos o máximo que ela faz é dizer... Ai? Como? Pergunto... como é possível que o Pai, ou tio, do teatro português não consiga fazer melhor do que: ai? Será assim que um amor, que nos nossos dias, seria chamado novelístico acabe com um ditongo? Um simples: Ai? Não é que a história seja má, para uma obra romântica, mas acabar com um ai é um insulto. Não só ao amor como a todos os homens deste planeta. Garrett, és um maricas... Ou eras. Ai... Não prestas, vAI-te lixar.